Outros

Ação Empresarial

A Ação Empresarial foi criada em novembro de 1993 com o objetivo de coordenar interesses comuns do empresariado brasileiro e promover as respectivas ações junto aos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário em relação às reformas constitucionais, de forma a complementar o trabalho que empresas desenvolviam, ou diretamente, ou por meio de entidades de classe, com vistas ao progresso socioeconômico do Brasil. Os membros não têm mandato. São substituídos quando da eleição de novo Presidente das instituições que fazem parte da AC.

Fundo Garantidor de Créditos

É uma entidade privada, sem fins lucrativos, que administra um mecanismo de proteção aos correntistas, poupadores e investidores, para permitir recuperação de depósitos ou créditos mantidos em instituição financeira, em caso de falência ou de liquidação. São as instituições financeiras que contribuem com uma porcentagem dos depósitos para a manutenção do FGC. O Conselho Monetário Nacional - CMN autorizou a sua constituição em agosto de 1995, pela Resolução 2.197, de 31.08.1995.

Coalizão Empresarial Brasileira

Criada em 1996, a Coalizão Empresarial Brasileira (CEB) nasceu como uma resposta dos empresários à necessidade de maior participação e influência na definição das estratégias brasileiras de inserção internacional. Com a Secretaria Executiva a cargo da CNI, a entidade apresenta um modelo informal, aberto à participação voluntária de organizações empresariais e companhias de qualquer setor econômico.

FINAME - BNDES

A Agência Especial de Financiamento Industrial (FINAME), criada em 1966, oferece financiamentos para aquisição de máquinas e equipamentos novos, de fabricação nacional, e leasing de equipamentos nacionais através de instituições financeiras credenciadas.
Os objetivos do Finame são:
• atender às exigências financeiras da crescente comercialização de máquinas e equipamentos fabricados no País.
• concorrer para expansão da produção nacional de máquinas e equipamentos, mediante facilidade de crédito aos respectivos produtores e aos usuários.
• financiar a importação de máquinas e equipamentos industriais não produzidos no País.
• financiar e fomentar a exportação de máquinas e equipamentos industriais de fabricação brasileira.

FUNDACENTRO

Criada em 1966, a Fundacentro teve os primeiros passos de sua história dados no início da década de 60, quando a preocupação com os altos índices de acidentes e doenças do trabalho crescia no Governo e entre a sociedade. Já em 1960, o Governo brasileiro iniciou gestões com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), com a finalidade de promover estudos e avaliações do problema e apontar soluções que pudessem alterar esse quadro. Destina-se a produzir e difundir conhecimento sobre Segurança e Saúde no Trabalho e Meio Ambiente, para fomentar, entre os parceiros sociais, a incorporação do tema na elaboração e gestão de políticas que visem o desenvolvimento sustentável com crescimento econômico, promoção da eqüidade social e proteção do meio ambiente, é a missão da Fundacentro.

Conferência da Organização do Trabalho – OIT

A CNF participa das Conferências da OIT para exame do mérito das questões da pauta, com vistas a identificando procedimento, estratégias e táticas que contribuam para preparar, com grande antecedência, posicionamento articulado com outras entidades e países.

Comitê de Investimento do Fundo de Investimento do Fundo de Garantiado Tempo de Serviço

O CI– FI FGTS foi constituído em 2007 com as seguintes atribuições:
• acompanhar as diretrizes a serem seguidas pelo FI-FGTS com relação à sua política de investimentos;
• após analise, aprovar ou reprovar as propostas de investimento e desinvestimento do FI-FGTS apresentadas pela Caixa Econômica Federal - CEF, na qualidade de Administradora;
• acompanhar a performance do FI-FGTS por meio de relatórios de governança e de gestão elaborados pela Administradora acerca do desempenho dos ativos integrantes de sua carteira; 
• aprovar a contratação do auditor independente, consultoria e assessoria legal necessárias ao processo de aquisição, controle e venda dos ativos do FI-FGTS, bem como dos demais prestadores de serviço do FI-FGTS; 
• supervisionar as atividades previamente aprovadas pelo Comitê de Investimentos e executadas pela Administradora; 
• avaliar e deliberar em casos em que haja potencial conflito de interesses; 
• dirimir eventuais conflitos de interesses na administração e gestão do FI-FGTS; 
• deliberar, quando apresentada pela Administradora, sobre oportunidades prévias de investimento.
• submeter ao Conselho Curador do FGTS proposta de alteração da política de investimento do FI-FGTS.